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Congo DR vira sobre Uzbequistão com show de Wissa e Mayele e respira na Copa

Em um jogo de virada emocionante no Grupo H da Copa do Mundo, Congo DR venceu o Uzbequistão por 3 a 1, nesta madrugada, e manteve vivas as chances de classificação às oitavas de final. O placar foi construído com gols de Yoane Wissa (duas vezes, sendo um de pênalti) e Fiston Mayele, enquanto Eldor Shomurodov abriu o placar para os uzbeques. Na leitura do BolaMundo, a resiliência tática e a força ofensiva de Congo DR foram decisivas para a virada.

O resultado coloca Congo DR na briga direta por uma vaga na próxima fase, enquanto o Uzbequistão vê sua situação se complicar após sair na frente e sofrer a virada. A partida, disputada sob forte calor, teve momentos de alta intensidade e mostrou a capacidade de reação da seleção congolesa.

Como foi a partida

O Uzbequistão começou melhor e abriu o placar aos 10 minutos. Eldor Shomurodov recebeu passe de Akmal Mozgovoy e, com um voleio de canhota de dentro da área, mandou no ângulo direito, sem chances para Congo DR. Um golaço que calou o estádio e deu vantagem aos asiáticos.

Congo DR demorou a reagir, mas encontrou o empate aos 68 minutos, em uma penalidade convertida com categoria por Yoane Wissa. Yoane Wissa bateu no canto direito, deslocando o Uzbequistão. A virada veio aos 78 minutos: Fiston Mayele, mostrando faro de gol, completou de direita um cruzamento rasteiro da esquerda, estufando as redes.

Já nos acréscimos, aos 90+1, Yoane Wissa fechou o placar com um chute de fora da área, no canto esquerdo, após assistência de Meschack Elia. Um gol que sacramentou a vitória e a atuação de gala de Yoane Wissa.

Destaque da partida

Yoane Wissa foi o nome do jogo. Yoane Wissa marcou dois gols (um de pênalti e um de fora da área), participou ativamente da construção das jogadas e foi a referência técnica ofensiva de Congo DR. Sua movimentação entre as linhas e a frieza nas finalizações fizeram a diferença em um duelo equilibrado.

Análise tática

Na leitura do BolaMundo, Congo DR começou o jogo com uma postura passiva, permitindo que o Uzbequistão controlasse o meio-campo e encontrasse espaços pelas laterais. A saída de bola uzbeque, liderada por Akmal Mozgovoy, foi eficiente nos primeiros 20 minutos. No entanto, após o intervalo, Congo DR ajustou a marcação no meio, subindo as linhas de pressão e forçando erros na saída adversária.

A virada veio da exploração dos lados do campo: com maior intensidade ofensiva, Congo DR forçou o pênalti em uma jogada de velocidade e, depois, aproveitou um cruzamento rasteiro para virar. O Uzbequistão, por sua vez, sentiu o golpe e não conseguiu manter a posse de bola nos minutos finais, expondo-se aos contra-ataques. A entrada de Meschack Elia deu mais profundidade ao ataque congolês e foi crucial para o terceiro gol.

Por que importa

Com a vitória, Congo DR soma três pontos e assume a vice-liderança do Grupo H, mantendo-se na briga por uma vaga nas oitavas de final. O Uzbequistão, com zero pontos, precisa vencer os dois próximos jogos e torcer por uma combinação de resultados para seguir sonhando. O resultado também mostra a força do futebol africano em Copas do Mundo, com uma virada construída com personalidade e eficiência tática.

O que a imprensa diz

  • O Globo Esporte elogiou a atuação de Yoane Wissa, por comentaristas, como uma das melhores performances africanas na primeira rodada da Copa.
  • O L’Équipe destacou a fragilidade defensiva do Uzbequistão após o empate, apontando que o Uzbequistão não conseguiu manter a intensidade física no segundo tempo.
  • A BBC Sport destacou que a virada de Congo DR recoloca o país no mapa de candidatas a surpreender no torneio, especialmente pela força do ataque.
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