Em um duelo eletrizante válido pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, o Egito eliminou a Austrália nos pênaltis por 5 a 3, após um empate por 1 a 1 no tempo regulamentar e na prorrogação. O placar final de 3 a 5 reflete a tensão das penalidades máximas, onde Mohamed Salah brilhou com uma cavadinha decisiva. Na leitura do BolaMundo, a partida marcou a consagração dos Faraós, que agora aguardam Lionel Messi e a Argentina na próxima fase.
O jogo começou com a Austrália pressionando, mas foi o Egito quem abriu o placar aos 13 minutos, com Emam Ashour cabeceando firme após cruzamento de Karim Hafez em uma jogada de bola parada. A seleção australiana, no entanto, não se abateu e buscou o empate com insistência, que veio aos 55 minutos em um lance bizarro: Mohamed Hany marcou contra a própria meta, colocando fogo na partida. O 1 a 1 persistiu até o fim da prorrogação, levando a decisão para os pênaltis.
Como foi a partida
A cronologia dos gols mostra a intensidade do confronto. Aos 13 minutos, Emam Ashour (Egito) abriu o placar com um cabeceio certeiro no canto esquerdo, após escanteio cobrado por Karim Hafez. A Austrália respondeu com pressão, mas esbarrou na defesa egípcia até os 55 minutos, quando Mohamed Hany, do Egito, tentou afastar um cruzamento e acabou mandando contra o próprio gol, empatando o jogo. O placar não se alterou no tempo regulamentar nem na prorrogação, levando a disputa por pênaltis, onde o Egito converteu todas as suas cobranças, com destaque para a cavadinha de Mohamed Salah, enquanto a Austrália desperdiçou uma.
Destaque da partida
Mohamed Salah foi o nome do jogo. Salah, do Liverpool, não apenas converteu o pênalti decisivo com uma cavadinha de alta precisão, como também foi a referência técnica do Egito durante os 120 minutos, puxando contra-ataques e sofrendo faltas. Na leitura do BolaMundo, Salah mostrou por que é considerado um dos maiores jogadores da história do futebol africano, carregando a seleção egípcia nas costas em um momento de pressão extrema.
Análise tática
O Egito entrou em campo com uma postura reativa, explorando os erros da Austrália. A defesa egípcia, liderada por Mohamed Hany (apesar do gol contra), conseguiu anular as investidas australianas no segundo tempo, forçando a prorrogação. A Austrália, por sua vez, pecou na finalização e na falta de criatividade no meio-campo, dependendo de bolas longas e cruzamentos. Na leitura do BolaMundo, a estratégia egípcia de segurar o jogo e apostar nos pênaltis foi arriscada, mas funcionou graças à frieza de seus cobradores.
Por que importa
Com a vitória, o Egito faz história ao avançar às quartas de final da Copa do Mundo pela primeira vez, enfrentando a Argentina de Lionel Messi. Para a Austrália, a eliminação precoce nas oitavas representa um duro golpe, mas a campanha mostrou evolução tática. O resultado também coloca pressão sobre a seleção argentina, que terá pela frente um Egito motivado e com Salah em grande fase.
O que a imprensa diz
- Segundo o Trivela, a cavadinha de Mohamed Salah foi o momento mais emblemático da partida, destacando a frieza de Salah sob pressão. [Fonte: Trivela]
- O Terra Futebol classificou a vitória egípcia como histórica, lembrando que o país nunca havia passado das oitavas em Copas do Mundo. [Fonte: Terra Futebol]
- O Trivela também apontou que o gol contra de Mohamed Hany foi um dos mais bizarros da competição, mas que Mohamed Hany se redimiu na defesa durante a prorrogação. [Fonte: Trivela]